29.8.09
83º - Nosso parabéns a Michael Jackson ♥
Então deixo meus sentimentos no aniversário de um dos maiores ídolos aqui de Pantanoz, o Deus dos palcos, das canções, dos passos de dança, da camara hiperbárica, das luvas brilhantes, dos escândalos e tudo mais de estranho que vocês se lembrem desde a mais tenra, e preferida, idade. Aquela idade em que a intimidade com o astro era por conta e risco. Não, não acreditamos, é claro, nas acusações infundadas, não importa o que dizem, aqui ele é Deus e quem é Deus, nunca perde a divindade.
Michael faz aniversário hoje, porém foi assassinado...Mas nunca morrerá para nós que ouvíamos suas canções todos os dias, mesmo antes de sua morte, esperando ansiosos por coisas novas! É fato que aqui, não aceitamos sua morte, simplesmente por que não conseguimos, simples assim. Viva Michael e Parabéns!
É doloroso ouvir suas músicas, mas já foi pior. Com o tempo suas canções começam a aflorar o mesmo sentimento de alegria que faziam anteriormente, e é nesse embalo que deixo aqui uma das mais belas e singelas homenagens feitas aos Jacksons. Um remix foda, de Dancing Machine, que eu nunca consegui parar de escutar, portanto, quem já ouviu uma vez, ouça de novo, vale muito!
Esse som para mim é um dos melhores dos Five. Já fizeram vários remixes dela, tem esse, esse, mas legal mesmo é esse arranjo abaixo que eu achei. Modernoso, deixou a música realmente captivating, stimulating, automatic, systematic, rhythematic, acrobatic...É tudo mágico, a dança robô com Michael e Jermaine dividindo os vocais apoiados pelos outros, demás!! Isso é para sempre!
É, é isso aí amigos, uma boa pra todos os momentos alegres, dancemos até a música parar, se ela parar...
Veja nossa resenha sobre o 25º aniversário de Thriller, você ainda pode querer comprar!.
2.8.09
82º - agora me conformei...
Ser reconhecido foi uma das coisas mais legais que aconteceram comigo este ano. Fui homenageado por alguém que não é um alguém qualquer, tem porte internacional, e isso massageou meu ego como nunca.
A Nike me presenteou com um belo tênis, o Nike 5(Five), em reconhecimento a marca de 500 gols que alcancei no PES. Sou um jogador de sucesso e ser reconhecido como tal foi de muita importância para a manutenção do meu desempenho.
Para quem não sabe, PES, nada mais é que um jogo de futebol para videogame. Existe um modo de jogo em que você controla apenas um jogador e não todos os jogadores do time. E é com este jogador que estou me destacando frente aos adversários. Me sinto em tão boa forma que os 500 gols já são coisa do passado para mim. Cada jogo que passa vou aumentando meus números e a meta é alcançar a incrível marca dos mil gols.Enfim, a Nike foi super gentil, me mandou o tênis em casa e o melhor, ele é personalizado, vem com meu nome escrito nele. Uma peça única! Mas qual foi minha decepção quando abri a caixa e olhei para o calçado?
Quando a Nike entrou em contato comigo, por telefone, expliquei tudo detalhadamente sobre meus dados, inclusive soletrei meu nome, que já é script padrão. "Os-ma-ir. Apelido? Tenho, é Oz..." Só que não adiantou, e minha decepção foi justamente essa.
Nike, obrigado pelo tenis, pela homenagem, mas porra, MEU NOME VEIO ESCRITO ERRADO!! Olha só como veio!! Não rola trocar!??
Acho um desrespeito...mas agora sim, me conformei que não tem jeito.
24.5.09
81º - voar, voar, subir, subir
Até aí tudo bem, o foda foi quando, num momento de calmaria, o jantar foi servido e o passageiro ao meu lado queria tomar suco de laranja justo quando as turbulências recomeçaram. É claro que ele ficou como criança mijada, felizmente não respingou em mim. Minutos depois, não contente, ele tentava comer o "nhóc" à bolognesa com aqueles garfinhos de plástico que não seguram nada...
Entre nós, passageiros do voo, existia um time mirim de basquete paraguaio. E era isso que me causava mais medo.
Todos estavam com medalhas de ouro no pescoço, um deles levava um troféu enorme. Do momento do embarque até o desembarque imaginava as notícias sobre o talento promissor que o país perdia, um time de basquete medalha de ouro vitimado num voo qualquer, que eu fazia parte.
Sem falar que entre os mortos, eu seria apenas mais um. Eles seriam os verdadeiros heróis. Meu nome iria passar rapidamente na lista das vítimas fatais, escrito errado, provavelmente. Essas coisas conspiravam para que o avião realmente caísse em algum pântano sujo, cheio de muamba, com o risco de eu ser confundido póstumamente com algum traficante de eletrônicos. Naquele momento tudo era tragédia e não existia um botão de reset.
Amigos, voar de avião definitivamente não é para qualquer um, fato. Insistem em dizer que é o meio de transporte mais seguro do mundo, não fosse o fatal "acidente do abacate" que lesou meu tio Zé. A carroça de meu avô Guilherme, que alcançava 15km por hora, ocuparia essa respeitosa posição.
Não sei qual é o critério pra avaliar que um meio de transporte é mais seguro que outro, se for pelo número de mortes que ele causa, o avião não estaria em primeiro nem fudendo. Certeza que isso aí é tudo coisa da Rede Globo.
Mas os momentos de tensão sempre vinham acompanhados de uma doce voz feminina pedindo para mantermos as poltronas em posição vertical. Um tipo de norma de segurança que nunca vou entender.
Essas aeromoças parecem fisioterapeutas fundamentalistas cuidando de nossa postura: "mantenham seus assentos em posição vertical durante a decolagem, turbulências, pouso, no trono, no almoço, no coito, em qualquer lugar..."
O maior problema de morrer em posição ereta, é o caixão não fechar. E se o avião estiver realmente caindo, acho que pilates postural será um dos meus últimos pensamentos. Na certa estaria tentando passar conversa em alguma das aeromoças e realizar uma das maiores fantasias dos homens do sexo masculino: "sabe, acho que vamos morrer, ninguém ficará sabendo..." ou "gostaria de provar a capacidade de pressurização do banheiro enquanto ninho de amor..." ou, quem sabe ainda, "Adoro moças de uniforme."
Pensem só, a turbina em chamas ao lado de sua janela, você brigando desesperadamente por uma máscara de oxigênio com seus vizinhos de poltrona, ignorando homericamente (ho.me.ri.ca.men.te, adj (Homero, np+ente2)- 1 Do latim Mussunlítico, homériquis, à moda de Homer. 2 imprudentemente. 3 - estupidamente. 4 chocolaaaaaaate. 5 doup!) aquelas explicações sobre como agir em momentos de crise sem entrar em pânico, de repente chega uma aeromoça, com as roupas chamuscadas e o cabelo em chamas: "senhor, por favor, coloque sua poltrona na posição vertical".
1.5.09
80º - atos que marcaram a semana
Os caras na laxonete, laxes na mesa, empolgação. Passa o ketchup, passa a mostarda, braço esbarrou no copo de milk shake, vai tudo pro chão.
cara 1 -Ei cara, isto foi um tremendo de um lactovacilo.
Ato 2
Da janela do restaurante deu pra ver a mina estacionando o carro, dirigia mal bagaraio, e os Zés da mesa do lado comentaram:
Zé1 -Nossa, aquela mina tá fazendo a baliza que nem a cara dela.
Zé2 -Pô! Então você deve achar que ela está fazendo direitinho, porque ela é beeeeem gatinha.
Zé1 -Ah! Ela fez a baliza que nem o cu dela.
Ela sai do carro.
Zé2 -Então você achou a baliza muito boa, né?
Zé1 -Ah...
Zé2 -Por que você não diz logo que ela fez a baliza que nem essa sua cara de cu?
Ato 3
Tava lá no interior conversando com minha tia, tava meio nublado, ventando gelado, mas ela não parava de reclamar do calor.
-Pô Tia, é a fase da menopausa chegando, hein.
-Fase do menospau?
-Menopausa.
-Menospau...menospau...
Ato 4
Depois das turbulências, esperança de não ter bagagens estraviadas e uma madrugada inteira em bancos desconfortáveis no Paraguai, enfim chegamos no aeroporto argentino. Mas lá não éramos esperados por ninguém, muito menos pelo argentino que ia nos pegar de van para o incrível clássico. Minutos se passam e nada. Aquela nuvem negra de disconfiança de qual as coisas não iam dar bem continuava sobre nós. Até que, passados 40 minutos angustiantes de espera, eis que finalmente, somos abordados pelo tal cara da van.
Tem espaço na van, entramos. Devidamente acomodados, trânsito livre, somos atingidos pelo chiado alto do rádio. O motorista zapeia de rádio em rádio tentando achar algo útil para se ouvir até que encontra um em que se anuncia a próxima canção. De repente um riff de baixo declara a bela recepção, ele fecha o punho e dá um soco tímido e individual de comemoração, aumenta o volume até o 40 e deixa rolar 'Eye of The Tiger'. Demais!!!
Depois disso, nada mais poderia dar errado. Exceto uma coisa:
Argentino hijo de puta!
15.4.09
30.3.09
79º - meu nome é....áh! deixa pra lá!
Eu nem acho assim tãããão diferente, Osmair nada mais é do que um Osmar com um 'i' no meio. Mas as pessoas sempre sofrem do 'mal de falar a palavra sem ler até o final' quando querem pronuciar meu nome, invariavelmente sou chamado de Osmar. Atendo o telefone... "o Osmar está?". Não é fácil não.
E quando vou ao médico então, deixo meus documentos na recepção, a mulher anota e entrega um papel pro médico que, passado algum tempo, vem na sala de espera lotada e grita "Osmar"!
Nunca passei pela situação embaraçosa de me levantar no lugar de algum Osmar que realmente estava ali. Normalmente o Osmar sou eu, mas eu tenho que levantar e perguntar se é Osmar ou Osmair. E o médico lê de novo e percebe que viu errado e ainda ri (do nome certo, é claro).
Você já foi no Starbucks? Aquele procedimento abominável deles escreverem seu nome no copo pra anunciar que o teu pedido está pronto? Sempre minto meu nome.
E poderia ser pior. Sempre pode ser pior (coisa que me alivia profundamente). Herdei o nome de meu pai, logo, ele também se chama Osmair.
- Porra pai, meu irmão se chama Rogério!!! Não tinha um nome normal para me dar também?
- Mas por que você está reclamando, eu não coloquei junior no final do teu nome. Devia me agradecer!!!
É, vendo por este lado, ele realmente tem razão. Afinal, meu nome é só Osmair e pronto, enquanto o dele é Osmair José (HAHAHA). Aliás, também acho nomes compostos um bagulho estranho. Mas isso é pra outra hora, vamos voltar ao Junior.
Deve ser horrível ser chamado de Junior. Sem querer ofender ninguém, é mais tosco que ter um nome como o meu. Fora que se te chamam de Junior, você já é chamado por algo que não é seu verdadeiro nome. E, pra cagar de vez, as pessoas criam apelidos em cima do seu pseudônimo e começam a te chamar de Jú, Junho, Junio, ou Juninho; que convenhamos, o diminutivo é de foder.
Minha sorte foi que ainda me restou um sobrenome bem comum, que eu uso pouco porque sempre tem um engraçadinho que pergunta se sou parente de algum famoso.
Daí digo que sou neto da Hebe, para discontrair, né. Mas este sobrenome ajuda muito quando prefiro não soletrar meu primeiro sobrenome. Tenho um "causo" bom de quando fui ao prédio de um amigo e o porteiro perguntou meu nome:
- Qual seu nome?
- Osmair Krepski.
- Créps? Como?
- Krepski. K-R-E-P-S-K-I.
- Pera ae, repete. K-R-E-P-Y...
- Não, 'p' mudo, 's' mudo. Kre-p-s-ki.
- Tá, vamos de novo. K-R-E...
- Faz assim amigo, coloca aí Osmair Camargo. Mais fácil.
- Osmar?
- P....Pega aqui meu RG.
E as cartas e e-mails, sempre vêm errado. Vem tudo, menos Osmair. E o pior, também não vem Osmar. Vem Osamir, Osmaira, Orsmair. Quando eu era pequeno tinha um professor francês de natação, bichinha, nada contra, só pra constar, ele era mesmo uma bicha louca francesa de sunga lilás que falava fino e me chamava de Osmanir às vezes, e quase sempre, de Osmaní. Não adiantava corrigir.
Acho que devia existir uma lei que fizesse você tomar sua primeira grande decisão de responsabilidade aos dez ou onze anos, sei lá. Seria assim: quando alguém nascer, os pais escolhem 3 nomes e deixam como opção para o filho(a) escolher quando completar a idade limite. Nesse período a criOnça é educada para tomar uma decisão de responsabilidade que implicará em todo o resto de sua vida. O primeiro passo pro amadurecimento. Com a alternativa de poder escolher um outro nome que não esteja entre os três previamente escolhidos pelos pais. Até essa data o muleque pode se chamar Provisório Primeiro da Silva, se for o primeiro filho. Provisório Segundo da Silva se for o segundo e assim segue o jogo.
Caberia aos pais influenciarem bem os filhos para que eles não fossem influenciados por nenhum organismo externo. Pois no ano em que completei dez anos, por exemplo, muita coisa aconteceu. Muita gente famosa morreu. O Tupãzinho fez gol na final do campeonato. Teve copa do mundo. Senna foi campeão. A Alemanhã foi unificada. Tom Cruise foi indicado ao Oscar. Liz Taylor chamou Michael jackson de 'Rei do Pop'. No cinema tinha Tartarugas Ninja, Uma Linda Mulher, Lambada, Young Guns II, Lua de Cristal, Dias de Trovão, O Vingador do Futuro, Rocky 5....E na Globo tava passando Meu Bem, Meu Mal. Enfim, coisas que com certeza teriam influenciado na minha decisão.
Então, se essa lei existisse na minha época, provavelmente eu não escolheria a opção que é meu nome atual. Talvez inventasse algo em cima de minhas influências e me chamaria Arnold, Michael, Donatelo, Klinsman, Goicochea. Poderia optar por um nome composto como Billy The Kid ou Tommy Gun. Quem sabe até Rocky Silvester ou Stallone Balboa, mas Osmair não. Definitivamente.
Pra finalizar o desabafo, meu nome sempre foi de tanta estranheza tanto para mim, como pra todo mundo, que meu irmão me criou um apelido há muito tempo, era 'Os'. Os amigos mais antigos ainda me chamam assim, mas com o tempo, enfrentei problemas porque as pessoas confundiam com Osso, Rosso; ou diziam Óz ao invés de Ôs. Não me pergunte o porquê, mas isso se repetiu tantas vezes que agora a maioria me conhece como Oz e assim ficará.
Hoje, quando perguntam meu nome, digo que é Osmair bem rápido, tão rápido quem nem dá pra entender, e depois digo que todos me chamam de Oz.
- Oz? Ó, Z?
- Sim, igual ao mágico.
- Ah tá!
16.2.09
78º - zeca camargo relança moda quebra-nozes
eu acho.
E esse incomodo não é à toa, aflição, talvez, seja o sentimento correto. Porque as mulheres têm uma sensação de que os ovos vão quebrar, e elas sabem bem a sujeira que isso causa. Os homens, obviamente, sentem dor só de ver. E os travestis, esses não sentem mais nada.
Eu acreditava que o motivo pra ele usar calças tão justas e apertadas desse jeito, que espremem os limões, fosse por causa de uma dieta mal administrada. Porque só um cara que acha que vai emagrecer, mas acaba engordando, compra os mesmos números que usava dez anos atrás.
Depois pesquisei melhor e vi que Zeca, sendo uma pessoa presente no meio artístico musical e "influenciado" pela MTV por um bom tempo, apenas seguiu tendências.
Não descobri exatamente quando começou, mas foi nos anos 70 que a moda explodiu. Robert Plant e Bon Scoth abusavam dos jeans surrados e asfixiantes. Então nos anos 80, Dave Lee Roth conquistou suas fãs dando pulos que exaltavam sua bagagem.
Nos anos 90 a moda deixou o mundo dos famosos e ganhou as ruas, sim, no mundo real esmagar os bagos deixava de ser apenas privilégio dos motoqueiros. Mas enquanto nos anos 90 ser sacudo era vantagem, nos anos dois mil a coisa mudou de figura e essa mania foi deteriorada, subjugada, deturpada e homosexualizada, porém, não esquecida.
Quando finalmente chegou ao posto de apresentador de um dos programas de maior disseminação, audiência e popularidade da televisão brasileira, Zeca quis relançar a moda. E conseguiu!
Agora, os caras chegam nas lojas e pedem as calças Zeca Camargo, assim como pediam pela camisa de Raimundo Flamel. Verdade, agora ele influencia multidões, e não é apenas com roteiros de viagens. Não, ele interfere no modo de se vestir, na maneira em como os caras devem se sentar e no modo em que eles arrumam suas malas.
E quanto a mim? Aaaa...eu sou diferente. Eu gosto das coisas simplificadas. Gosto de abacaxi cortado, de azeitona sem caroço e de nozes só no natal. Essa coisa de quebrar nozes durante o ano inteiro é mania de Zé. Tanto de Zeca Camargo, quanto de Zezé di Camargo.
Não Perca, domingo. No Fantástico!
12.2.09
30.1.09
77º - aquele ao pé da letra
Não que isso seja ruim, e nem que eu esteja tããão velho assim, mas a realidade vem e te dá um tapa.
Estou ficando, sim, mais velho a cada ano que passa, como não deveria ser diferente. E agora mais do que nunca sei disso.
- É meu...a gente se conhece a tanto tempo que nem parece mais que foi ontem. Estamos ficando velhos...
- Relaxa cara, você precisa colocar a mão na consciência para aceitar essas coisas com facilidade.
E então nos três segundos seguintes eu pensei em como fazer isso, como por a mão na consciência. Por que vejam só vocês como são as coisas, se eu tenho consciência de algo é porque, obviamente, sou consciente do fato. E, sabendo disso, ainda preciso usar as mãos?
Daí lembrei que li por aí sobre um cara disse que "não há como alguém estar consciente de alguma coisa sem estar consciente de estar consciente dessa coisa". Pois é amigos!
Quem foi que inventou essa história de ficar colocando a mão na consciência? Acho desnecessário. Ou agora vale mais ter uma na mão do que duas no pensamento?
Imagine que estou segurando minha consciência. Suponhamos que eu consiga realmente por as mãos nela, percebo que ela está limpinha, que é bonita, cheira bem, tem uma aparência sadia e coisa e tal.
Faço o que com ela agora? Já estou com a cabeça conscientemente ocupada e as mãos também, então eu mordo? Coloco num cofre? Faço cafuné? Bato um tiro de meta? Jogo pro alto pra ver se sai voando? Vendo? Enfim, tantas possibilidades que nem sei qual escolher pra resolver meu problema. Não entendo, isso não faz sentido algum...
Além do que é algo extremamente abstrato, se é que vocês me entendem, intocável né? Portanto não tem nem como colocar a mão numa coisa dessas. É como querer dar um beijo no bumbum da Keyra Agustina sem ser pelo monitor, não há caminhos diferentes desse, tsc tsc. Aí é querer tocar em algo alienígena, né não?
- Mão na consciência?
- Sim.
- Meu, as coisas não são assim tão simples como parecem ser.
- Cara, abre sua mente.
E então nos três segundos seguintes eu pensei em como fazer isso...
6.1.09
76º - a volta de um gigante adormecido
Bem amigos, sei que este espaço anda meio em baixa, mas as coisas não andam fáceis pra Oz desde o ano passado. Todos os sintomas me levam a crer que estou mesmo sofrendo de uma doença mental de memória. E por isso, ando esquecendo as idéias que surgem, esquecendo de anotar as incríveis e inigualáveis inspirações para postar aqui, memória de peixe. Ando tão esquecido que às vezes me pego parado onde devia andar, de pé no meio da faixa de pedestres com o sinal verde, aceso, pelado!
Ainda mais depois do sucesso incrível do último post, sai numa alucinógena turnê a base de Benflogins e só agora, depois dos fogos, que me reencontrei.
É, acho que este foi o maior período de marasmo visto aqui em Pantanoz, fãs estão sumindo, sapos, capivaras, lontras, suínos, mamangavas, tigres, libélulas... Estão todos deixando de lado este Pântano que não tem mais alimento. O leite derramou. Os pênis das vacas secaram. Os grilos e cigarras se calaram. O lodo endureceu. O céLebro amoleceu. A fonte da vida secou...
Mas amigos, tenham calma, é só o que posso pedir, calma; calma minha gente. Porque para os homens de boa vontade sempre existe uma luz no fim do túnel. E isso um dia há de ser novamente um ecosistema inspirador, florido de idéias, de palavras, de cultura, de entretenimento, de música, de alegria, de prosperidade, de esperança...afinal é ano novo! Estamos em 2009, o ano em que a peteca há de subir!
Não vou prometer que escreverei frequentemente, pois promessas de ano novo nunca se cumprem.
Sendo assim, quero aproveitar a deixa do quinquagésimo aniversário de um dos ídolos aqui de Pantanoz, o Deus dos palcos, das canções, dos passos de dança, das luvas brilhantes, dos escândalos e tudo mais de estranho que vocês se lembrem desde a mais tenra, e preferida, idade. Aquela idade em que a intimidade com o astro era por conta e risco.Sim sim, ele fez aniversário faz um tempo já...mas parece que foi ontem, diz aí!
Um remix foda, de Dancing Machine. Esse som para mim é um dos melhores dos Five. Já fizeram vários remixes dela, tem esse, esse , mas legal mesmo é esse arranjo abaixo que eu achei. Modernoso, deixou a música realmente captivating, stimulating, automatic, systematic, rhythematic, acrobatic...É tudo mágico, a dança robô com Michael e Jermaine dividindo os vocais apoiado pelos outros....
É, é isso aí amigos, uma boa pra começar o ano, dancemos até a música parar...
