11.3.08

72º - Clipe bom é clipe....pt.6

Recordar bons momentos do passado é uma coisa corriqueira na vida de todo mundo, mas reviver sucessos é para poucos. Vejam só Stallone, filmando sequências de filmes que fizeram sucesso no passado e repetem a dose hoje em dia.

Não quero entrar no mérito da qualidade dos filmes, mas o sucesso é fato. Se bem que particularmente gosto muito de todos eles.
Stallone é ídolo! E meu gosto não está em discussão agora.


Enfim, não foi apenas por Sylvester que a família Stallone despejou talento. Como se não bastasse um, sim, existe um irmão, Frank Stallone.

Ele participou de Rocky como um dos cantores de rua, que cantam 'Take You Back', de sua autoria, além de ser sparing de Sly.
É, devia apanhar horrores...


Mas com veias artísticas também, Frank protagonizou momentos grandiosos do cinema. Não atuando, em alguns filmes medianos que participou, mas criando trilhas para inúmeros filmes e musicais. Isto por que seu forte sempre foi a música.
E o clímax em sua carreira aconteceu quando ele criou uma das músicas tema para o filme 'Os Embalos de Sábado Continuam'. Sequência não tão bem sucedida do clássico 'Os Embalos de Sábado à Noite'.

O filme não alcançou o mesmo sucesso de seu predecessor, mas a música tema sim. Tão boa quanto 'Staying Alive' do Bee Gees.
'Os Embalos de Sábado Continuam' foi dirigido por Sylvester que apesar de ser todo bruto, mostrou delicadeza ao dirigir um bando de bailarinos liderados por John Travolta, no auge de sua forma física, como protagonista.

É, Travolta já foi fininho, e muito. Bailarino nato, besuntou o corpo em óleo e dançou desvairada e incansavelmente durante todo o filme. Já Frank, que não tem a boca torta, fez uma música eletrizante para suar, bem mais pesada e contagiante que o clássico 'disco' do Bee Gees. É claro, não estamos mais na década de setenta. E o melhor, essa não foi regravada pelo KLB, ainda...

'Far From Over' foi nomeada para o Globo de Ouro de melhor canção em 1984, mas o filme não acompanhou seu ritmo. Mesmo com a direção de Stallone que na época já era um vencedor de Oscar. Nem mesmo com a pequena ponta que ele fez trombando com Travolta na calçada, com um estilo glamuroso setentista que viria a se extingüir não muito tempo depois.

4.3.08

71º - queda de pelos?

Pô, acabei de voltar do banheiro...os caras aqui do trampo estão sofrendo de calvície peniana, não é possível!
Amigos, Grecin 2000 neles!!

28.2.08

70º - meio dia. repita! meio dia.

E essa mania de dizer tchau tchau, quem guenta?

Não é de muito tempo atrás que isso vem acontecendo, as pessoas conversam ao telefone e na hora de desligar dizem "tchau tchau", alguns até já abreviam a pronuncia num patético "tiatiao", assim todo junto.

É, e o bagulho vicia, ou melhor, contagia. No começo era só uma mulher que falava, todo santo dia em toda santa ligação. Depois foi o cara do lado e depois o cara do outro lado, passando pra mocinha da frente, pra menina na outra extremidade da sala...era o vírus se propagando pelo ar através das ondas sonoras.

Não demorou muito para o costume virar gozação. E a pândega era bem engraçada, até que o mano ao meu lado se contagiou, preocupante, o próximo seria eu.

Enfim, com esforço e rapidez me livrei do epidêmico vício, mas não de ouví-lo todos os dias em todos os lugares.

A coisa tá tão séria que se hoje você se despedir de alguém pelo telefone com um simples tchau, corre o risco de ser tachado de frio, grosso, estupido, bruto-porco-nojento.

Só falta agora incorporarem um hífen ao meio das palavras para virar um substantivo composto. Se bem que nem seria um, porque só existe um radical, é isso mesmo? Ah, sei lá!

Levantei algumas hipóteses sobre a origem disso, possíveis hospedeiros do vírus:

1- Acredito que uma pessoa estava no carro conversando ao celular enquanto no rádio tocava Changes do David Bowie. Na hora em que a música chegou no refrão calhou de ser a mesma da despedida, a pessoa gaguejou o refrão junto com o tchau e saiu "tchau-tchau".
(Já incorporei o hífen, para quem não percebeu)

Existia mais 3 pessoas no carro que automaticamente se contagiaram e mais 15 pessoas próximas ao indivíduo do outro lado da linha que, inevitavelmente, respondeu "tchau-tchau", e tudo começava a partir daí...

2- Acredito também que uma pessoa estava no carro conversando ao celular enquanto no rádio tocava 'Segure o Tchan' do É o Tchan. Na hora em que a música chegou no refrão calhou de ser a mesma da despedida, a pessoa gaguejou o refrão junto com o tchau e saiu "tchau-tchau". Existia mais 3 pessoas no carro que automaticamente se contagiaram e mais 15 pessoas próximas ao indivíduo do outro lado da linha que, inevitavelmente, respondeu "tchau-tchau", e tudo começava a partir daí...

3- Algum engraçadinho leu meu post sobre as traduções ao pé da letra e resolveu mudar a maneira de conversar com o mundo, começou a distribuir bye-byes por aí em Português.

4- Outra possível, mas principal suspeita, o hóspede do vírus é a Xuxa que em toda manhã ploriferava para as criancinhas, que encubaram o vírus durante uns 20 anos até que agora os primeiros sintomas começam a aflorar. É, dizer com exatidão que ela é a maior culpada pelo surgimento desse costume é muito difícl, mas é dessa forma que eu me despeço de vocês hoje pessoal: beijinho, beijinho e tchau-tchau!

8.2.08

69º - Can you dig it?!

É, finalmente chegou ao Brasil o CD de comemoração de 25 anos de Thriller. Acho ótimo que algo desse tipo seja comemorado, mas não dessa forma. Todo relançamento dele vem com clássicos em versões remixadas, à toa. Mas a criança é dele, ele pode querer pentear de novo, ele sabe tratar as crianças, tudo bem.

O problema mesmo, são as versões de alguns músicos negros e/ou brancos do cenário atual, isso definitivamente poderia ser deixado de lado. Essa trupe nova, todos eles colaboradores para o novo disco de Michael, não deveria perder o bom-senso e criar novas versões, pior ainda, colocar como faixas no CD.

Não digo que eles não sejam talentosos, acho que até são naquilo que fazem, mas perto da turma de artistas negros e/ou brancos que rodeavam Michael no ínicio de carreira solo, no way.

Sim, sou meio conservador, é claro...não dá pra comparar Kanye West com Stevie Wonder. Seria, sei lá, como comparar sushi com arroz doce. Veja bem, os dois são negros, mas o Stevie é cego, entende?

Will.I.Am faz The Girl is Mine agora, não é mais Paul McCartney.
O cara tira a
voz do Paul e coloca a dele, é piada. E esses caras não cantam, eu não entendo. Eles colocam uma batida dançante na música e depois ficam gemendo "iê, hã hã, ei", ou repetindo uma frase a música toda. Decorem essa frase, nem que eu tenha que repetí-la durante a música toda. Nesta, eu perdi a conta de quantas vezes o William diz "The Way I Rock". Chato!

Billy Jean vem com Kanye West, esse sim, só gemidos.

O
Akon com Wanna be Starting Something, pra começar já digo, estragou a melhor música do Michael, pelo menos é minha preferida. Aquela voz azeda... Essa é uma música que ficou pronta e não tem mais jeito. Quincy tocou, virou ouro, fim. Até o 'Ama ma se, Ma ma sa, Ma ma coo sa' já foi parar numa música da Rihanna, aquela do guarda-chuva. Assim não dá, assim não pode.

E a
Fergie então, deu uma palhinha em Beat it, uma das melhores músicas da história. Isso é crime. E outra, quem é Fergie? É uma
ex-pimp que agora faz música para adolescentes com uma bundassa numa calça de cetim, basta.

E ainda tem uma versão nova de
P.Y.T com Will.i.Am que só não me desanima completamente porque é outra música completamente diferente, tem o mesmo nome e algo da letra, mas num todo tem pouca proximidade com a orginial, que é genial! O que preocupa é que pode ser coisas desse tipo que encontraremos no novo álbum de inéditas, vale a pena pensar positivo.

Bom, já dá para saber o que esperar desse 'Michael Jackson 25º aniversário de Thriller'. O melhor de tudo é que isso não tira o brilho eterno da obra real.
Portanto, garanta a sua já.


17.1.08

68º - joguetes jocosos da maturidade

Existem umas brincadeiras que eu acho super engraçadas, mas com os outros, lógico. Umas brincadeiras geniais que eu deveria ter feito na infância para a adolescência, na mais tenra idade (1ª a 4ª série), mas não tinha maturidade suficiente. Na verdade, o fato da maturidade estar ligada diretamente com a idade prejudica muito, por que se não fosse por isso todos nós seríamos completos idiotas.

Minha cobaia para experimentos idiotas sempre foi minha mãe, Dona Maria, que com toda sua paciência, participa com esportividade. E não atoa é, por que uma coisa existente entre nós é que não perdemos a amizade de forma alguma, com amigos o risco é grande.

O charme dessas brincadeiras é a repetição, o que torna a brincadeira divertida apenas para quem não participa como vítima. Pois a repetição que gera a irritação. E o desafio é o de treinar a memória para que o mesmo paspalho não pregue outra peça em você, quando de repente a peça já está sendo pregada por outro. Cuidado.

Eu sempre tive apreço por essas brincadeiras tolas, a simplicidade que faz delas coisas tão engraçadas e voláteis. Elas vem e vão rapidamente e é no momento em que ela está um pouco sumida que você tem que trazê-la a tona novamente e pegar todo mundo desprevenido.

Entretanto, há muito tempo que eu faço a mesma brincadeira, o que cria vícios péssimos. Às vezes eu me pego fazendo até com meu próprio chefe, sem perceber. Não que ele se importe, mas todo dia é foda.

E foi assim que neste fim de ano, viajando com amigos, eu abusei da pirraça e da amizade. Repeti tantas vezes que no fim ninguém mais conseguia ter um diálogo de 3 frases.

A brincadeira não tem nome, mas é mais ou menos assim, a vítima vem despretensiosa e conta algum causo qualquer que aconteceu com ela:

- Então cara, ontem eu tava voltando pra casa, puta chuva, de repente o pneu furou. Tive de parar pra trocar no meio da rua, muito foda...

E daí você responde:

- Oi?

E por aí vai:

- Ontem cara, tava voltando pra casa, manja a chuva que deu? Tava tudo meio cheio, daí o pneu furou, tive que parar numa rua para trocar, e tava uma enxurrada perto da guia, fiquei todo molhado.

Nessa hora, você olha para a vítima com cara de quem não entendeu direito e diz:

- Oi?
- Mano, ontem, tava uma puta chuva. Daí eu tava na Zanzibar, manja? E parei pra trocar o pneu, puta enxurrada na guia, me molhei todo pra trocar, e faltava pouco pra chegar em casa, manja onde fica a Zanzibar?

Daí você abusa, tenta responder algo e...:

- Ãããããããã....oi?!
- Porra mano, se não tá me ouvindo? Repeti 3 vezes...
- Ããããã...oi?
- VTC!!!

E é nessa hora que você começa a rir e diz que estava brincando, mas que agora é sério, "sem zueira", pede para ela repetir novamente e é óbvio, tem a chance de pegá-la mais uma vez.

11.1.08

67º - deixe pra segunda o que não é da sexta

Então, como íamos dizendo, sábado às vezes aparece já na metade, você nem se deu conta e já é domingo. Aliás, domingo é um santo dia deprimente! Apesar de você não fazer nada, a medida em que o tempo vai passando, o Fantástico se aproximando, aquelas últimas horas de descanso se esvaindo por entre os dedos... uma sensação de cadeira virada em cima da mesa... Meu conselho é: chape o melão para esquecer e deprima-se apenas na segunda, o que já é intrinsecamente inevitável.

E falando em depressão, domingo só perde para segunda, que de tão ruim se chama de segunda. Pensem bem: se fosse bom chamaria Primeira, ou você vai dizer que açougues (carne de segunda), clubes esportivos (segunda divisão) e classificados (segunda mão) estão todos errados?

Aí vem a terça, um dia que não fede nem cheira, às vezes até rola um choppinho com os amigos, ou com alguma pequena, se você não for um ZAZ (Zero A Zero) como nós do Pantanoz. Chega a quarta-feira, dia crítico da semana, você já tá meio de saco cheio do trabalho, mas já começa a surgir uma luz no fim do túnel, uma esperança, metade já foi! Agora só falta metadinha!!

Quinta-feira já é animal, tem que rolar alguma baladeta, não precisa ser chafurdante, mas se for também não faz mal, porque amanhã é sexta!! Sim, sexta!! O dia mais esperado de toda a semana!! Você pode passar mal o dia inteiro, mas seus problemas estão perto do fim! Fim de semana!!

Tenho uma teoria sobre a semana: você sobrevive durante a semana para que possa chegar vivo ao fim-de-semana, que é quando você realmente vive. Senão pensemos de novo: quantas pessoas você já viu numa praia, mega solzão, breja gelada na mão, pé na areia, suspirarem com um sorriso estampado no rosto: "Isso que é vida!"?

Agora, quantas pessoas você já viu num escritório com ar-condicionado, aquele barulho de impressoras funcionando, telefones tocando desvairadamente, uma mão no teclado digitando alguma coisa e outra segurando o telefone, suspirarem com um sorriso de orelha a orelha: "Isso que é vida!"?

21.12.07

66º - sexta-feira: o novo graal!

Não, não é aquele posto de gasolina tigre! Mas, sim, o cálice sagrado! A vida moderna se tornou uma eterna busca pela sexta-feira, dia de maior felicidade da população economicamente ativa. Quem falar que não, que adora trabalhar, ou está mentindo descaradamente ou está próximo do chefe.

Na verdade, na hierarquia de felicidade dos dias, a sexta pode até perder para o sábado, dia no qual imperam preguiça, indolência e ócio. Entretanto, o dia mais perseguido, mais esperado, é a sexta. Ninguém realmente espera pelo sábado, ele meio que chega de repente, às vezes você já acorda, de ressaca, e já são 16:30 do sábado: "Porra! Porque ninguém me avisou? Agora só tenho 8 horas até Domingo!!"

Bom, feliz ano novo amigos, fãs, seguidores e mulheres do meu Brasil!!! Como hoje é sexta-feira (último dia "útil" de 2007), vou terminar esse post só em 2008, hahahaha valheu!! F-O-I... FUI!! Auá!

6.12.07

65º - no altar das lamentações há um que sorri

Como na maioria das pessoas, um dos meus maiores temores também era o de morrer. Eu pensava que morrer era uma coisa terrível, muita dor, sangue e lágrimas. Me imaginava acabado naquele inferno horrível rastejante, junto com o Alexandre.

Mas vejam só vocês como a vida é, sempre existe uma nova preocupação por vir. E foi assim que nos meus 16, 17 anos, não me recordo bem a idade, meu maior problema passou a ser as espinhas.

Já estava nessa fase da puberdade há algum tempo e minhas glândulas sebáceas eram altamente estimuladas todo santo dia, se é que vocês me entendem. E, sem duplos sentidos, eu espremia espinhas pá porra!!

Mas a explicação para isso é simples. Eu tinha uma namoradinha na época, dessas namoradinhas legais, que ia me assistir jogar bola com os meus amigos, tomávamos sorvete juntos e trocávamos umas bitocas, mas só, nada mais que isso. Pois bem, o afago mais íntimo acontecia quando ela queria espremer alguns de meus cravos ou alguma de minhas espinhas, que afloravam em grande parte por causa dela, lógico.

Êeee saudades, como adorava espremer um cravo aquela menina...

Enfim, nosso amor crescia a cada momento e parecia que ela não esquentava a cabeça com minhas transformações hormonais que deixavam meu rosto parecendo uma romã aberta. Era um relacionamento lindo que rolava ao som de Richard Marx... E foi assim durante um bom tempo até que a pressão para consolidar aquela união apertou, a chapa esquentou e o noivado chegou...casamento era questão de dias.

E para ter uma lua-de-mel gostosa, fui a um podólogo cuidar de uma unha encravada. Quando o doutor me viu logo observou uma enorme espinha na ponta de meu nariz e comentou que não poderia
espremê-la de jeito algum, sob o risco de morte.

Dei risada achando que era brincadeira, mas ele, na função de podólogo, logo podou minha descontração dizendo que eu poderia sofrer uma trombose séptica do seio cavernoso. E piorou, segundo as más línguas, todo mês uma pessoa morre, no Hospital das Clínicas, vítima de uma espinha no nariz.

Tentei levar na brincadeira de novo, mas ele não derrapou. Comecei a suar pensando no casamento marcado para o mesmo dia e o consequente encontro com minha noiva, o que fazer? Minha fobia de morte voltava a tona só de pensar nela querendo espremer a espinha antes do casório. A síndrome do pânico começava a assumir minha personalidade.

Mesmo assim tentei manter o foco, não podia acreditar que tal absurdo era real. Corri para casa e pesquisei nos sites de busca, não existia o google ainda, mas achei mesmo assim.

"(...)grave trombose séptica do seio cavernoso (TSSC). Pode ser causada ao espremer uma “espinha” do rosto, resultando em meningite e distúrbios oculares. A TSSC é relativamente incomum, se considerarmos a freqüência de processos infecciosos que desencadeiam essa grave obstrução da circulação venosa cerebral, causando febre, cefaléia, vômitos, celulite periorbitária, proptose, lesão de pares cranianos, etc., podendo levar à cegueira ou à morte."

Impressionante, até para uma mulher, a celulite seria um dos menores problemas.
Eu não poderia encontrar minha noiva novamente, seria inapropriado recusar algo à ela e ao mesmo tempo seria desesperador correr um risco tão grande de morrer.

Corri para meus amigos e parentes, ouvi conselhos mil, mas a insegurança era enorme e na inquietação tomei a atitude que achei na época ser a mais acertada. Fiz algo terrível que eu achava só acontecer nos cinemas; abandonei a noiva no altar...

E claro, depois disso, não houve chances nenhuma de reconciliação.

Por fim, fato é que minha vida mudou completamente, e acho que para melhor pois apesar de ouvir muitas piadas, sempre sou agraciado por amigos que dizem que foi a melhor atitude que já tomei na vida. Ainda mais agora, próximo de chegar a copa do mundo de 2014 com grandes chances de Rússia, Suécia e República Tcheca participarem. Imagine só o desespero que será aos amigos casados compartilhar a arquibancada com torcedoras tão ilustres....
É, si dei bem!




ai ai...tudo pelo esporte...olha só...

23.10.07

3.9.07

63º - a verdade por trás do sumiço de OZ!

Se você queria uma explicação para a falta de posts e o sumiço de OZ no auge de sua fama, quando o dinheiro jorrava, as mulheres choviam em seu colo, presidentes de países lhe pediam conselhos e pessoas lhe davam abraços na rua, por meio desta elucidamos o mistério!!

OZ FOI ABDUZIDO POR ALIENÍGENAS EM FORMA DE SUPERMODELOS!!

Sim, nosso pobre editor-chefe / sex symbol / brutal gentleman estava terminando mais um de seus dias tranquilos em sua agenda cotidiana:

5:30 acordar assustado achando que está atrasado para o trabalho, lembrar que é sábado e voltar a dormir
6:15 acordar assutado, ficando desesperado em seguida ao lembrar que é quarta
7:16 selecionar uma das seguintes tarefas: mirrar / banho / escovar os dentes / fazer a barba
7:18 se vestir
7:22 sair da garagem e adotar em seguida modo pânico de direção
9:15 chegada ao escritório
9:46 enviar um email ao chefe e mudar o horário do computador para parecer que chegou mais cedo
9:47 a 12:11 navegar nos mesmos sites de sempre fingindo pegar referências para o trabalho, pontuando com ligações falsas aleatórias a supostos contatos importantes
12:12 sair para almoçar
12:12 a 12:45 seleção de comparsas e logradouro
12:45 a 13:00 traslado
13:01 seleção do menu
13:02 a 13:15 conversa sobre amenidades, xingamentos a genitoras e afins
13:15 a 13:17 comer
13:17 arrotar
13:18 pedir a conta
13:23 receber a conta
13:23 a 13:57 amenidades, xingamentos, mentiras e afins
13:58 a 14:34 traslado volta
14:36 volta a mesa
14:36 a 14:37 tentar trabalhar de verdade
14:37 a 15:18 pescadas de sono pós almoço, seguidas de acordadas assustadas e assobios disfarçando para ninguém perceber a pescada
15:19 a 16:03 dormir no banheiro
16:03 a 17:58 navegar nos mesmos sites de sempre fingindo pegar referências para o trabalho, pontuando com ligações falsas aleatórias a supostos contatos importantes
17:59 criticar quem "cai caneta as 18 em ponto"
18:02 a 18:43 navegar na internet fingindo que está trabalhando, pontuando com ligações falsas aleatórias a possíveis contatos importantes e resmungar dos contatos que "caem caneta as 18 em ponto"
18:43 a 19:15 enviar pornografia fruto do dia de trabalho a amigos
19:16 resmungar que está cansado pra caralho
19:17 ir embora...

Nesse exato momento, quando se dirigia para o feroz Trovão, veículo motorizado dotado de resistência ultra-poderosa, nosso herói se deparou com uma luz intensa e colorida, quando de repente ouviu um estrondo e... . . . . .


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